QUEM EU SOU
Bem Vindos!!! Sou Jaqueline Escobar, Professora de Educação Física formada desde 2006, Técnico em Enfermagem - Moinhos 2013/2... Apaixonada por Salvamento Aquático desde a temporada de 2004-2005 quanto participei efetivamente da Operação Golfinho daquele ano, a partir de então não parei mais....
I. Gostaria de informá-los que as inscrições para o Curso de Formação de GVC, turmas 2 e 3, estão se encerrando no dia 2 de novembro.
II. Como era de se esperar, a maioria das inscrições chega agora neste último momento, mas ainda assim estamos necessitando da ajuda de todos os senhores envolvidos com a atividade de salvamento aquático.
III. O Edital encontra-se à disposição no site do CBMSC (www.cbm.sc.gov.br), acessando obanner azul "Editais, listas e chamadas" e em seguida selecionando o Edital aberto para Florianópolis (1° BBM).
IV. É no Edital 002 que encontram-se as informações sobre como inscrever-se, quais documentos devem ser entregues, quando são os testes e início do curso e também sobre os locais.
V. Saliento que a documentação a ser entregue neste primeiro momento é somente atestado médico e cópia de documento de identificação.
VI. Os testes serão realizados no dia 5 de novembro. De manhã a natação acontece na CEEL (antiga ASFISI), no Campeche. A corrida será realizada à tarde, na Beiramar Norte, em frente ao GBS. O candidato, para ser aprovado, precisa nadar 500 metros em tempo igual ou inferior a 11 minutos e correr 1.600 metros em tempo igual ou inferior a 7 minutos.
VII. Solicito que divulguem para seus parentes, colegas, amigos, alunos, etc. através de redes sociais e email. O Edital está anexo a este email.
VIII. A título de curiosidade: até o presente momento estão registrados no sistema de inscrições 101 candidatos inscritos. Temos 10 candidatos já aprovados pelo Edital 001 que ficaram remanescentes por falta de quorum para nova turma.
-- Respeitosamente,
______________________________________________ THIAGO ELOI SANTOS SARRAFF - Sd BM Operação Veraneio do 1º BBM Av. Jorn. Rubens de Arruda Ramos, 595 - GBS - Florianópolis Telefone: (48) 3251-9685
Editais
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Editais Abertos
SELEÇÃO PARA O CURSO DE GUARDIÃO DE PISCINA - LAGES (5 BBM) Inscrições: 29 de outubro a 9 de Novembro de 2012 - Edital
Curso de Guardas-Vidas Civis - FLORIANÓPOLIS (1BBM)
São 1.350 vagas disponíveis na Escola de Sargentos das Armas (EsSA) para a turma 2013/2014
Foi divulgado o edital para concurso público dos Cursos de Formação de Sargentos do Exército Brasileiro. São 1.350 vagas disponíveis na Escola de Sargentos das Armas (EsSA) para a turma 2013/2014.
Dentre as oportunidades, 1.200 vagas são para as áreas de combatente, logística técnica e aviação para os cursos de infantaria, cavalaria, artilharia, comunicações, intendência, topografia, material bélico, manutenção de comunicações e manutenção de aviação. Além delas, são 50 vagas na área de música, nos instrumentos clarineta, flauta em dó/flautim em dó, oboé em dó/corne inglês, saxhorne, saxofone, tuba, trombone, trompa e trompete, e 100 vagas para o curso de técnico em enfermagem.
Para se inscrever, o candidato deve ter Ensino Médio completo, idade entre 17 e 24 anos (ou até 26 anos para as áreas de música e saúde), até o limite de 31 de dezembro do ano da matrícula. Além disso, é preciso ter altura mínima de 1,60m para homens e 1,55m para mulheres. Os candidatos à área da saúde precisarão também comprovar a formação de Técnico em Enfermagem e registro no COREN e os aspirantes às áreas de música deverão passar por exames específicos de habilidades.
As inscrições estão abertas até o dia 10 de agosto de 2012 e devem ser realizadas no site www.esa.ensino.eb.br. A taxa custa R$ 70,00. A prova está marcada para o dia 21 de outubro de 2012. As cidades onde serão realizados esses períodos são as que possuem a organização militar de corpo e tropa, a saber: Rio de Janeiro (RJ), Juiz de Fora (MG), Recife (PE), Alegrete (RS), Jundiaí (SP), Pirassununga (SP), Pouso Alegre (MG), Campo Grande (MS), Fortaleza (CE), Blumenau (SC), Altamira (PA) e Jataí (GO).
Nos últimos encontros, vimos como promover a segurança da criança no trânsito. Seguimos juntos nessa causa, e agora iniciamos uma nova etapa de estudo. Vamos reconhecer as situações de risco e as medidas de prevenção de acidentes como: afogamento, queda, queimadura, sufocação e intoxicação. Estaremos também atentos ao cuidado com os brinquedos e as áreas de esporte e lazer.
A criança corre diversos riscos de acidente e, acredite, principalmente dentro de casa! Nossa missão é informar e conscientizar a comunidade sobre esses perigos e as respectivas ações preventivas. Você pode começar este trabalho, por exemplo, realizando uma atividade de sensibilização com o seu grupo comunitário. Para isto indicamos uma reportagem em vídeo, que introduz a temática e alerta: asCrianças sofrem mais acidentes em casa do que na rua. Assista clicando emhttp://criancasegura.org.br/video/criancas-sofrem-mais-acidentes. O vídeo recém assistido destaca uma pesquisa feita pela CRIANÇA SEGURA Safe Kids Brasil. Foram entrevistadas 500 mães que cuidam diariamente dos seus filhos de 0 a 14 anos. Elas acreditam que, dentro de casa, os maiores riscos são as queimaduras e as quedas de escadas, janelas e sacadas. Vejamos abaixo outros destaques do estudo Acidentes com Crianças: análise quantitativa do conhecimento e percepção de mães de 5 capitais brasileiras: Curitiba/PR, Brasília/DF, Manaus/AM, Recife/PE e São Paulo/SP, realizado pelo Instituto Ipsos, de 03 a 23 de março de 2010.
Os acidentes mais frequentes são os que as mães acreditam que menos poderiam ter evitado: as quedas e os acidentes de bicicletas. De um modo geral, elas justificam que não poderiam evitar acidentes, porque são eventos comuns de acontecer e não é possível prevê-los. Mas isso não é verdade!
Veja que precisamos ajudar as mães brasileiras a melhorarem a percepção sobre os acidentes na infância. A pesquisa aponta uma contradição sobre os riscos de acidente: as mães acham que o maior risco está na rua, mas os acidentes mais citados são os que ocorrem dentro de casa. Essas mães consideram riscos menos comuns e a que seus filhos não estariam expostos, justamente aqueles relacionados às principais ocorrências: envenenamento, sufocação e afogamento.
Na opinião de muitas mães, supervisionar a criança é a melhor medida de prevenção de acidentes, mas vimos que a maioria dos acidentes aconteceram com elas acompanhando seus filhos. As mães não pensam sobre determinados riscos, e por isto acabam se descuidando e deixando de adotar medidas de segurança. É o caso, por exemplo, do uso da cadeirinha no transporte da criança em automóveis. Aproximadamente 40% das entrevistadas transportam os filhos em automóveis, mas apenas 32% possuem cadeirinha no carro.
Se os adultos por vezes têm dificuldade de perceber o perigo, imagine as crianças! Elas se encontram em plena fase de crescimento, de exploração e de descoberta do mundo, o que amplia o risco de acidentes.
A entrevista com a pedagoga Silvana Bianchi nos ajuda a entender a percepção de perigo das crianças em cada etapa do seu desenvolvimento. Clique sobre o link e leia a entrevista antes de continuar a aula.
Agora vamos trabalhar com as atitudes que garantem a segurança das crianças em diversas situações cotidianas. Em primeiro lugar, abordaremos a prevenção de afogamentos, lembrando que esta é a segunda maior causa de morte na infância, depois dos acidentes de trânsito.
Mares, rios, piscinas, lagos e represas são ambientes de risco de afogamento em todas as idades, isto todo mundo sabe. Mas muita gente de sua comunidade certamente desconhece o perigo de deixar recipientes com água rasa ao alcance das crianças.
Uma criança pode se afogar em apenas 2,5 cm de profundidade de água, por exemplo: em baldes, banheiras, piscinas infantis e até mesmo no vaso sanitário de sua casa. Para ajudá-lo a trabalhar este tema em sua comunidade, preparamos uma apresentação com as principais dicas e Atitudes para prevenir afogamentos na infância (clique no link para acessar).
Novamente trazemos materiais para as ações do seu programa de prevenção de acidentes. Começamos com uma série de vídeos, sempre muito bem-vindos na sensibilização e mobilização do seu grupo comunitário. Convidamos você a assistir e a compartilhar os vídeos a seguir, eles abordam os temas da aula de hoje: a segurança da criança em diversas situações, e a prevenção de afogamentos.
Além de vídeos, sugerimos dois jogos para grupos de adultos e adolescentes, sobre o tema afogamento. Você poderá propô-los ao seu grupo, e também usá-los como inspiração para criar outras atividades temáticas de caráter lúdico. Lembre-se: o jogo é um modo divertido e prazeroso de vivenciarmos conhecimentos e atitudes.
Pensando nos colegas multiplicadores que trabalham diretamente com as crianças de sua comunidade, compartilhamos uma série de atividades lúdicas e histórias infantis voltadas à prevenção de afogamentos.
Se você não tiver acesso direto ao público infantil, aproveite e utilize essas práticas educativas em parceria com escolas, creches, professores, pedagogos, pais e cuidadores. Clique aqui para conhecer as atividades infantis.
Depois de tantas informações e materiais, é hora de realizarmos nossas tarefas e de trocarmos experiências entre os colegas multiplicadores da prevenção de acidentes. Apresentamos a seguir as atividades que deverão ser feitas até você cursar a Aula 6. Você já ultrapassou a metade do curso, vá em frente!
Na última aula, propusemos que cada colega multiplicador postasse uma primeira ideia do seu plano de ação, lembra? Havíamos pedido que você preenchesse um formulário falando sobre o programa de prevenção de acidentes do seu grupo comunitário, respondendo:
O que queremos?
Por quê?
Como faremos?
Quais as ações e tarefas?
Agora solicitamos que você explore o espaço da Atividade da Aula 4 (no menu principal do curso), e conheça o plano de ação dos colegas de curso. Deste modo, estaremos todos aprofundando conhecimentos e cada um inspirando-se para aprimorar o seu plano de ação.
Temos mais uma tarefa para ampliarmos nossos horizontes aprendendo em colaboração! Aguardamos a sua participação ativa no Fórum da Aula 5. Responda à pergunta e comente:
Como pretendo trabalhar as medidas de prevenção de afogamentos em minha comunidade?
Use esse fórum para sugerir e debater sugestões de atividades que sejam realmente relevantes para sua comunidade, por exemplo: incentivar que as crianças façam aulas de natação, realizar palestras para pais, divulgar ou promover cursos de primeiros socorros, propor atividades lúdicas e educativas para as crianças em escolas. Mais uma dica é o site do Dr. Davi Spilman, com estudos e vídeos que podem lhe ajudar a ter outras ideias para trabalhar a prevenção de afogamentos, acesse http://www.szpilman.com/
Você já sabe que a CRIANÇA SEGURA Safe Kids Brasil realiza e divulga estudos relacionados às diversas causas de acidentes na infância. Comentamos isso na última aula, e hoje vimos dados importantes sobre a percepção do perigo e o comportamento das mães brasileiras.
Sua tarefa é explorar o espaço de pesquisas do nosso sitehttp://criancasegura.org.br/page/pesquisas-ong-crianca-segura. Acesse e procure por outros dados e exemplos de interesse às suas ações de multiplicação na comunidade. Lembre-se: isso também pode contribuir com as atividades do seu plano de ação.
A tutoria do nosso curso fica à disposição para ajudá-lo em qualquer dificuldade. Escreva-nos se precisar: mobilizacao@criancasegura.org.br.
Ministério da Saúde lança cartilha de atividades físicas para portadores de HIV
Para auxiliar na melhora da qualidade de vida dos portadores de HIV, o Ministério da Saúde lançou, em 21 de junho, o manual Recomendações para a prática de atividades físicas para pessoas vivendo com HIV e aids.
A publicação, voltada para profissionais de Educação Física e outros profissionais da saúde, traz explicações sobre o que é o HIV, benefícios da atividade física para quem vive com o vírus, orientações nutricionais e exemplos de serviços de saúde que já desenvolvem projetos na área. A ideia é que os profissionais estejam aptos a receber os soropositivos no Programa Academias da Saúde, que implantará 2 mil polos de prática de atividades físicas e lazer em todo o Brasil.
O CONFEF participou da elaboração da cartilha e apoia a iniciativa. “Recomendações como essa são fundamentais para que todos percebam a importância da prática de exercícios físicos em quaisquer circunstâncias”, comentou o presidente do Conselho Federal, Jorge Steinhilber.
Seja bem-vindo(a) ao nosso curso CRIANÇA SEGURA Online para Multiplicadores! Começamos agora uma caminhada muito importante rumo à prevenção de acidentes entre crianças e adolescentes de 0-14 anos. Vamos estudar os principais riscos e causas de acidentes nesta faixa etária, e nos qualificar como verdadeiros agentes multiplicadores de conhecimentos e de atitudes preventivas para evitarmos
acidentes de trânsito;
afogamentos;
sufocações;
quedas;
queimaduras;
intoxicações.
Neste curso compartilharemos informações, materiais e atividades para que você possa se preparar e desenvolver um programa de prevenção de acidentes em sua comunidade. Desde já consideramos você um multiplicador da nossa causa, seu papel é mobilizar, incentivar e envolver outras pessoas em prol da redução de acidentes.
Você contará com o nosso apoio em sua missão! Estaremos juntos durante oito aulas, interagindo com textos, gráficos, vídeos, áudios, temas de discussão via fórum e chat, entre outras atividades que embasarão a sua prática de promotor da segurança na infância.
Esperamos que você acompanhe as aulas com atenção e empenho, buscando sempre relacionar os conteúdos propostos ao público com o qual você pretende trabalhar a prevenção de acidentes. Este grupo pode começar em sua casa, com sua família, seus vizinhos, em seu bairro – só não pode ficar parado!
Quem é o multiplicador da nossa causa?
Toda pessoa disposta a disseminar a cultura da prevenção de acidentes e contribuir com a segurança de crianças e adolescentes. Nesse papel encontram-se, por exemplo, educadores e professores, profissionais de saúde, agentes comunitários de saúde, educadores sociais, agentes de trânsito, gestores de entidades públicas ou sem fins lucrativos, entre outros.
Vamos então iniciar as nossas atividades entendendo melhor a nossa função de agentes multiplicadores e como podemos desenvolver um programa de prevenção de acidentes. Comece realizando uma leitura, clique no titulo a seguir e leia o texto antes de continuar a aula: Atuando na Prevenção de Acidentes.
O programa de prevenção que você realizará em sua comunidade é um primeiro passo para minimizar riscos e evitar a ocorrência de acidentes. Esse programa também pode ser um complemento de outras ações preventivas que você já esteja desenvolvendo. Toda ação faz a diferença na disseminação da nossa causa, o importante é sensibilizar e mobilizar a comunidade em geral, pais, educadores, cuidadores e crianças e adolescentes. . Os acidentes representam a principal causa de morte entre os brasileiros de 1 a 14 anos de idade. Mais de 5 mil crianças morrem e cerca de 110 mil são hospitalizadas a cada ano, segundo dados do Ministério da Saúde. Em nível mundial, os acidentes provocam a morte de 830 mil crianças por ano. Esse quadro evidencia os acidentes como uma séria questão de saúde pública, e por isso é fundamental difundirmos atitudes preventivas.
Você entenderá melhor a gravidade dos fatos e da realidade dos acidentes na infância, acessando e analisando as principais informações e estatísticas sobre os tipos de acidentes, a mortalidade e as hospitalizações associadas a cada um deles. Basta clicar em Dados sobre acidentes na infância, e bom estudo!
Os dados do Ministério da Saúde comprovam que o trânsito é a primeiríssima causa de morte por acidente na infância. Os danos decorrentes desses trágicos eventos resultam da falta de educação de motoristas e pedestres, da falta de fiscalização por parte dos órgãos de gestão, e inclusive da omissão de pais e responsáveis. Daí a importância de trabalharmos fortemente a prevenção junto a esse público.
As tragédias que começam no trânsito se estendem a danos e sequelas pessoais e à vida social e produtiva das vítimas e suas famílias. Os pais podem ficar impedidos de trabalhar e manter uma vida normal, devido aos cuidados especiais que um filho acidentado requer. Além de danos físicos, muitas vezes irreversíveis, existem as sequelas psicológicas, como o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), com quadro de comorbidade associada à depressão e à ansiedade.
Para você ter uma ideia dos riscos que a criança corre no trânsito, por exemplo, quando é transportada em automóvel, compartilhamos a seguir alguns vídeos que simulam colisões no trânsito. Confira clicando sobre cada item de uma vez. Lembre que você poderá usar essas simulações para ilustrar os riscos de acidentes em sua comunidade.
Agora chegou o momento de reconhecermos o que sabemos e compartilharmos experiências e ações concretas. Propomos abaixo algumas tarefas para você concretizar o início de sua caminhada de multiplicador da prevenção de acidentes.
Conheça as experiências da nossa organização CRIANÇA SEGURA Safe Kids Brasil. Viste e explore o nosso o sitewww.criancasegura.org.br, com olhar atento, procurando conhecer melhor a atuação da CS e o universo da prevenção de acidentes entre crianças e adolescentes.
Potencializamos nossa aprendizagem quando trocamos ideias e experiências. Por isto queremos que você participe do fórum de discussão do curso, este é o nosso espaço permanente de troca entre os colegas multiplicadores. Não se acanhe, não importa se o que você sabe parece ser muito ou pouco, sempre temos algo a dizer para colaborar. Contribua com o Fórum da Aula 1respondendo à questão e comentando os depoimentos dos colegas:
Você já atuou como mobilizador de um grupo ou multiplicador de uma causa, mesmo que não seja relacionada à prevenção de acidentes? Caso sim, conte-nos como foi essa experiência.
Faça a nossa aula virtual de trânsito e teste o que você já sabe sobre este assunto que trabalharemos em nossos próximos encontros. Acesse-a emhttp://www.criancasegura.com.br/aulavirtual/index_conteudo.htm. Você também pode indicar essa aula a pais, educadores e outras pessoas interessadas em prevenir acidentes de trânsito na infância.
Após interagir com todos os textos e materiais da aula de hoje, escolha o melhor horário na sua agenda e realize as tarefas propostas antes de cursar a Aula 2. Lembre-se: tudo o que estamos estudando, compartilhando e experimentando é fonte de conhecimento para uma atuação bem-sucedida como multiplicadores.
Nossa tutoria fica à disposição para ajudá-lo em qualquer dificuldade, basta escrever para o e-mail: mobilização@criancasegura.org.br.
Dados sobre acidentes na infância
O trânsito é a maior causa de morte por acidente entre os brasileiros de 0 a 14 anos, como mostra o gráfico com dados de 2008. Neste ano foram registradas 5.106 mortes acidentais, sendo 1.971 associadas ao trânsito.
Além das ocorrências de morte por acidentes, é preciso considerar milhares de crianças e adolescentes feridos, que tiveram o seu desenvolvimento, a sua saúde e/ou as suas atividades comprometidas. O gráfico a seguir apresenta os dados relacionados às hospitalizações por acidentes, registradas em 2008.
O trânsito como a principal causa
Considerando-se o tipo de acidente de trânsito, os atropelamentos,lesões em passageiros de veículos e ciclistas são as principais causas de morte de 1 a 14 anos. Esses eventos poderiam ser evitados com medidas preventivas e educativas. Em acidentes com crianças transportadas em veículos, o uso do dispositivo de retenção (bebê-conforto, cadeirinha ou assento de elevação) reduziria as chances de lesões graves – e de morte – no caso de uma colisão. Estudos americanos demonstram que as cadeiras de segurança para crianças, quando instaladas e usadas corretamente, diminuem em até 71% o risco de morte por acidente.
Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, em 2008, indicam a seguinte relação entre o total de mortes e os tipos de acidente de trânsito:
831 mortes por atropelamento;
673 mortes entre passageiros de veículos;
128 mortes entre ciclistas;
339 mortes por outros acidentes de transporte (incluindo-se aqui acidentes de transporte aéreo, por água, e outros de transporte não especificados).
É importante também observar a relação entre o tipo de acidente de trânsito e a faixa etária das vítimas fatais, como mostram os gráficos a seguir.
Outros dados mais específicos e as atualizações das estatísticas de mortes e hospitalizações por acidentes, você pode conferir site de nossa organizaçãohttp://www.criancasegura.org.br, clique em “Dados sobre acidentes”. Este espaço é atualizado regularmente, a partir das estatísticas divulgadas pelo Ministério da Saúde.
Colega multiplicador(a)!
Na última aula percebemos o potencial risco que o trânsito representa às crianças. Os acidentes são eventos imprevisíveis, é claro, mas podem ser evitados através da cultura da prevenção. Você já está à frente dessa missão na prática, mobilizando, informando e educando a sua comunidade, não é mesmo?
Nosso assunto de hoje é a segurança de pedestres e ciclistas de 1 a 14 anos. Você sabia que a criança corre mais riscos no trânsito quando está na condição de pedestre? Sim, as estatísticas comprovam: o maior número de mortes acidentais na infância acontece em decorrência de atropelamentos. Vamos ajudá-lo a se preparar para trabalhar bem essa causa em sua comunidade!
Entender as causas e as circunstâncias dos atropelamentos é um passo essencial para promover a prevenção. Os atropelamentos na infância decorrem de uma combinação de fatores complexos, incluindo a falta de supervisão e acompanhamento dos pais, o aumento da frota de automóveis, o desconhecimento dos sinais de trânsito por parte das crianças e os limites físicos e psicológicos naturais do desenvolvimento da criança, como vimos na Aula 2. A seguir relembramos alguns aspectos, resumidamente.
Por que os atropelamentos acontecem?
Crianças, principalmente menores de 10 anos, transitando sozinhas pelas ruas. Alto volume de tráfego. Limites de velocidade acima de 40km/h. Calçadas e vias em mau estado, ou mesmo inexistentes. Falta ou má sinalização. Imprudência de motoristas. Problemas de luminosidade. Tempo nublado ou chuvoso.
Veículos trafegando em alta velocidade quanto mais acelerado o veículo, maior a probabilidade de lesões no pedestre atingido, ainda mais graves para as crianças, pelo tamanho e leveza de seus corpos.
Convidamos você a conferir de perto alguns dos fatores físicos, ambientais e comportamentais que favorecem os atropelamentos. Descubra-os realizando a leitura do texto Circunstâncias e locais oportunos para atropelamentos (clique para acessar).
A intervenção prévia e o comportamento dos adultos são fundamentais para a redução dos acidentes na infância. Isto requer a difusão de uma cultura da prevenção, que estimule comportamentos seguros por parte de todos os atores e segmentos sociais. E você, colega multiplicador, certamente promoverá essa cultura através de suas ações na comunidade.
Milhares de acidentes podem ser evitados quando tomamos devidas medidas. Pais, educadores, agentes sociais e órgãos de fiscalização e infraestrutura de trânsito, somos todos responsáveis e lembre-se que o seu programa de prevenção também contribuirá com a nossa causa!
As atitudes de cada pedestre são determinantes para minimizarmos os riscos de atropelamentos e de colisões de ciclistas em nossa localidade. Cabe aos adultos adotarem práticas seguras no trânsito, e educarem as crianças para fazerem o mesmo desde cedo. Pensando nisso, trazemos algumas dicas comportamentais sobre a Prevenção de atropelamentos e de colisões de ciclistas (clique para acessar e ler).
É muito importante que você e sua comunidade conheçam a legislação que rege a circulação de pedestres e veículos em nosso país. Nesse sentido, destacamos oCódigo de Trânsito Brasileiro (CTB), disponível no site do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), especialmente o Capítulo IV Dos Pedestres e Condutores de Veículos Não Motorizados. Para acessar o CTB e demais dispositivos legais sobre o trânsito no Brasil, acesse http://www.denatran.gov.br/ctb.htm.
Novamente trazemos materiais interessantes para as atividades do programa de prevenção de acidentes da sua comunidade. Hoje apresentamos uma série de vídeos com As Incríveis Aventuras do Superpedestre, produzidos pela CRIANÇA SEGURA Safe Kids Brasil. São desenhos animados de curta duração, voltados ao público infanto-juvenil, que ilustram bons e maus hábitos de segurança no trânsito, de forma lúdica e divertida.
*Para fazer o download e copiar o arquivo em seu computador, clique com o botão direito e depois em "salvar como".
Falando em materiais mobilizadores e educativos, contamos ainda com o Gibi Pequenos Pedestres Grandes Cidadãos. Este gibi traz uma divertida história em quadrinhos e atividades lúdicas complementares, indicadas para crianças alfabetizadas. Clicando sobre o link você pode baixar o arquivo do gibi, repassá-lo a outros multiplicadores ou educadores, ou mesmo distribuí-lo às crianças do seu local neste caso, considere recursos financeiros necessários à impressão de cópias do gibi.
Na sua comunidade, você encontrará pessoas que precisam ser constantemente sensibilizadas a adotarem comportamentos mais seguros no trânsito. Daí a importância de promover encontros e atividades instigantes, que despertem e mantenham o interesse do seu grupo. Seja entre adultos ou crianças, busque criar um ambiente acolhedor, um clima de proximidade e integração.
As atividades de um programa de prevenção de acidentes devem ser variadas. Evite longas palestras ou práticas nas quais os participantes fiquem parados por muito tempo, sem poder de ação e fala isto dispersa a atenção e o envolvimento do grupo. Procure alternar a apresentação de um tema com uso de vídeos, debates, jogos temáticos, etc.
Chegou a hora de você praticar seus conhecimentos em prol da prevenção de acidentes, e de cooperar com os colegas multiplicadores. Propomos a seguir algumas experiências para serem realizadas antes de você cursar a Aula 4.
Para você que está começando um programa de segurança no trânsito, uma tarefa muito importante é identificar os principais problemas do trânsito local. Pesquise, converse com a vizinhança, com pais, moradores do seu bairro, agentes de trânsito e de saúde, procurando saber e registrar detalhes como:
Quais os locais de maior risco para as crianças? Por quê? Existem calçadas nestes locais? Estão em bom estado? Existem obstáculos bloqueando as calçadas? Existem semáforos, sinalização e faixa para pedestres? Nas escolas, algum adulto auxilia na travessia das crianças? Como as crianças chegam à escola: de carro, de van, a pé, acompanhadas ou não por um adulto?
Esse levantamento de informações com os moradores locais ajudará na conscientização da comunidade sobre o assunto, e também facilitará a busca de suporte e de voluntários para as ações do programa de segurança.
Nesta segunda tarefa, convidamos você a participar do Fórum da Aula 3, comentando com os colegas sobre os parceiros que você já identificou e contatou para colaborarem com o programa de prevenção de acidentes de sua comunidade. A pergunta a ser respondida em nosso fórum é:
Que pessoas e instituições poderão colaborar com o programa de prevenção de acidentes da minha comunidade? Como cada um deles contribuirá?
Hoje compartilhamos algumas dicas de vídeos relacionados à segurança no trânsito. Para complementar essa ação, propomos que vocêconheça e explore o nosso canal de vídeos no YouTube. Neste site você encontrará outros vídeos de interesse da nossa causa, publicados pela CRIANÇA SEGURA Safe Kids Brasil. Aproveite e divulgue em sua comunidade!
Nossa tutoria fica à disposição para ajudá-lo em qualquer dificuldade, basta escrever para o e-mail: mobilizacao@criancasegura.org.br