sábado, 27 de junho de 2026

Mulheres na Brigada Militar

 Mulheres na Brigada Militar


 70. O estilista Rui Sphor e a primeira turma de oficiais femininos da Brigada Militar no Palácio Piratini. A Corporação, que só contava com mulheres em atividades administrativas e serviços gerais, na função de servidoras civis, às vésperas do seu ses-quicentenário passou a pensar na criação de um segmento policial feminino. Após um grande período de estudos, por solicitação do governador do Estado, Jair Soares, a história da polícia feminina no Rio Grande do Sul teve início, em 8 de janeiro de 1985, com a criação da Companhia de Polícia Militar Feminina (Cia PM Fem), com um efetivo de 135 policiais.
    As primeiras dez mulheres ingressaram na Corporação em 17 de fevereiro de 1986 para frequentar o Curso de Habilitação de Oficiais Femininos, na Academia de Polícia Militar. As primeiras oficiais concluíram o curso em 24 de julho de 1987 e homenagearam Anita Garibaldi. diante da preocupação com a apresentação pessoal das policiais e a praticidade de seus uniformes, a Corporação convidou o estilista de alta costura Rui Spohr para desenhá-los. Os uniformes foram apresentados em um desfile realizado no Palácio Piratini, em setembro de 1986. FOTO: Acervo Museu da BM

 71. Formatura da primeira turma de sargentos femininos da corporação No dia 10 de setembro de 1986, teve início o Curso de Formação de Sargentos Femininos na Escola de Formação e Especialização de Cabos e Soldados, em Porto Alegre. As 16 alunas concluíram o curso no dia 31 de julho de 1987.
FOTO: Acervo Museu da BM

 2. Formatura da primeira turma de soldados femininos da Brigada Militar O Curso de Formação de Soldados Femininos teve início em 4 de março de 1987 na Escola de Formação e Especialização de Cabos e Soldados, em Porto Alegre. Na formatura, em 25 de setembro do mesmo ano, as formandas fizeram uma homenagem à primeira mulher a ostentar uma farda e lutar nas linhas de frente da Instituição, durante os movimentos revolucionários desencadeados no período compreendido entre 1923 e 1927: Olmira Leal de Oliveira, que ficou conhecida como Cabo Toco.
FOTO: Acervo Museu da BM

 73. Cabo Toco, primeira mulher a ostentar a farda da BM

            FOTO: lisette Guerra, Agência RBS

 

 74. Instalação da Cia PM Fem. Em 25 de setembro de 1987, ocorreu a instalação da Companhia de Polícia Militar Feminina e a incorporação ao 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM), iniciando sua atividade sistemática de policiamento ostensivo em Porto Alegre, em eventos especiais na capital e no interior do Estado e na Operação Golfinho. A Companhia foi desincorporada do 9º BPM em 05 de fevereiro de 1989, indo para a sua sede própria.
FOTO: Acervo Museu da BM

 

75. Formatura da segunda turma de sargentos femininos
FOTO: Acervo Museu da BM

 109. A Brigada Militar dispõe de 32 Patrulhas Maria daPenha, com atuação em 27 municípios gaúchos. Em 2017,foram realizadas cerca de 20 mil visitas de atendimento policial a mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
FOTO: Robson Alves

 

 110. Campanha institucional de valorização das poli-ciais militares femininas, realizada em 2016, durante
as comemorações do dia Internacional da Mulher.
FOTO: Robson Alves

 

133. A Patrulha Maria da Penha completou, em 2017, cinco anos de existência, sendo pioneira no cenário nacional e destaque internacional, premiada como iniciativa de sucesso no enfrentamento da violência contra as mulheres.
FOTO: Jackson Cardoso 

 

 146. diferente de quando as mulheres ingressaram na BM, na década de 80, e tinham funções de atender prioritariamente idosos e crianças, há anos elas desempenham as mesmas atividades dos policiais militares masculinos, sem distinções determinadas por gênero.
FOTO: Robson Alves

 

 

 

 

 

 

 

 


História e Memória / Institucional / Operação Golfinho


LIVRO 180Anos-180 olhares


 Do Mar ao Resgate: A História de Como Nasceu o Serviço de Salva-Vidas da Brigada Militar

 

64. Policiamento ostensivo e atividade de salva-vidas no Litoral Norte, 1970 desde o veraneio de 1969/1970, a Brigada Militar realiza a Operação Golfinho, que concentra ações de policiamento nas praias gaúchas. No período em que a sociedade gaúcha migra para a orla, entre os meses de dezembro e fevereiro, a Corporação acompanha esse des- locamento e mantém um aparato de segurança nas praias do litoral Norte, litoral Sul e nos balneários de águas interiores. FOTO: Acervo Museu da BM 

 67. Efetivo do policiamento e dos salva-vidas apoiando vítima durante a Operação Golfinho
FOTO: Acervo Museu da BM

 69. Salvamento de uma vítima de afogamento, 1975 Num período mais remoto, a atividade de salva-vidas era realizada por um grupo de pescadores que, voluntariamente, postava-se à beira-mar para resgatar os veranistas que corriam risco de afogamento. Mais tarde, as prefeituras das praias mantinham um corpo de salvamento integrado por moradores locais. Com o aumento de turistas no litoral, durante o verão, o então Corpo Marítimo de Salvamento da Marinha desenvolveu um curso de guarda-vidas e, em 1970, um contingente do 8º Batalhão de Polícia Militar assumiu o serviço de salvamento, com o apoio de pescadores. FOTO: Acervo Museu da BM

 

 78. Presença feminina na Operação Golfinho, 1990 À semelhança dos outros Estados do Brasil, a Polícia Militar Feminina destinava-se, inicialmente, a atuar junto ao público feminino, a idosos e crianças, assumindo, de imediato, o policiamento na rodoviária, aeroporto e escolas, além de realizar atividades de
trânsito, em Porto Alegre. As policiais eram empregadas, também, em shows e eventos esportivos, em apoio às outras Unidades Operacionais, trabalhando na revista pessoal.
Ao longo do tempo, essas atividades foram se diversificando e as policiais passaram a atuar junto ao Centro de Operações Policiais Militares (COPoM), no atendimento do 190 e, mais tarde, em estabelecimentos penais, onde realizavam revista.
FOTO: Acervo Museu da BM

 104. Aeronave do Batalhão de Aviação da Brigada Militar apoiando salvamento de uma pessoa no mar com o uso de puçá, espécie de “cesto” onde a vítima é colocada pelo guarda-vidas para sua retirada da água até local onde ela receberá atendimento.
FOTO: Robson Alves

 

 112. Treinamento dos salva-vidas da Operação Golfinho, em Torres, no ano de 2011. A atividade segue
sendo desempenhada por policiais militares e também pelos bombeiros militares e salva-vidas civis tem-
porários. No final de 2017, passaram a ser chamados de guarda-vidas.

FOTO: Robson Alves

 

 124. “Salvar, salvar, sempre salvar”, um lema do Corpo de Bombeiros, instituição que, até 2017, integrava a Brigada Militar. A corporação se emancipa e o compromisso de sempre se renova.
FOTO: Rodrigo Ziebell

 

 144. Junto às guaritas de salva-vidas, atualmente sob responsabilidade do Corpo de Bombeiros Militar do RS, a distribuição de pulseirinhas de identificação é uma das ações realizadas preventivamente para minimizar os casos de crianças perdidas na orla.
FOTO: Robson Alves

 

 146. diferente de quando as mulheres ingressaram na BM, na década de 80, e tinham funções de atender prioritariamente idosos e crianças, há anos elas desempenham as mesmas atividades dos policiais militares masculinos, sem distinções determinadas por gênero.
FOTO: Robson Alves

 148. A ação das pulseirinhas de identificação permanece sendo realizada pela BM nas Bases Móveis Comunitárias da Operação Golfinho e em grandes
eventos no interior do Estado, como na Fenadoce.
FOTO: Robson Alves

 

 154. Salvar, salvar, sempre salvar - Tramandaí 2011
Profissional 2º Lugar
FOTO: Robson Alves

 

 Fonte: https://www.brigadamilitar.rs.gov.br/upload/arquivos/202009/28130915-bm-180-anos-baixa.pdf 

Tom Mix: aventuras do salva-vidas "bonitão" de Capão da Canoa

 Guardião dos banhistas trabalhou, em 1946, em uma casinha de madeira na praia

23/01/2026 - 07h30min

Leandro Staudt

 Tom Mix no alto da guarita de Capão da Canoa em 1946.

Ed Keffel / Revista do Globo/Delfos/PUCRS

 

Resumo:

  • Em 1946, Tom Mix era o salva-vidas de Capão da Canoa, vivendo em uma barraca na praia.
  • Ele iniciou como salva-vidas no Rio de Janeiro, trabalhou como caminhoneiro e depois voltou ao litoral gaúcho.
  • Em 1970, a Brigada Militar formou a primeira turma de guarda-vidas, profissionalizando o serviço nas praias do RS.
  •  Equipamento usado nos resgastes no mar. Ed Keffel / Revista do Globo/Delfos/PUCRS
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        Os afogamentos no mar são noticiados desde o início da popularização das praias do litoral gaúcho. Em função do aumento do número de banhistas, os primeiros salva-vidas surgiram na areia, geralmente pescadores. A Revista do Globo publicou, em 1946, uma reportagem sobre o guardião da praia de Capão da Canoa.

        O repórter José Amádio e o fotógrafo Ed Keffel fizeram uma viagem de cinco horas de ônibus entre Porto Alegre e o balneário do Litoral Norte. O protetor dos banhistas ficava no alto de uma pequena casinha de madeira. Artur Alves da Silva, apelidado de Tom Mix, contou suas aventuras no mar. Com bigode aparado e dentadura branquíssima, foi descrito como "belo, forte, simpático — diria perfeito não fosse o abdômen um tanto desenvolvido". Fazia sucesso entre as mulheres. Durante o verão, morava em uma pequena barraca de lona.

        No início das manhãs, oferecia aulas de natação no mar. Na entrevista, Tom Mix contou que estreou na profissão nas praias do Rio de Janeiro, onde chegou clandestinamente dentro de um navio que partiu de Rio Grande. Posteriormente, trabalhou como caminhoneiro. Cansado das estradas, voltou às praias. Antes de atuar em Capão da Canoa, foi salva-vidas no Cassino, em Rio Grande. 

        Um ex-pescador de Torres era o seu ajudante. A reportagem não esclareceu quem pagava a remuneração dos salva-vidas. Naquela temporada, Tom Mix já contabilizava aproximadamente dez resgates no mar, sem nenhum óbito no trecho monitorado. Conversador, se gabava das façanhas. Contou que percorreu a nado o trajeto entre Tramandaí e Cidreira. 

        No inverno, o herói do mar morava em uma pensão de Porto Alegre e trabalhava como "chofer", motorista. 

        Sem registros oficiais dos primeiros salva-vidas, Tom Mix está, sem dúvida, entre os pioneiros da atividade no Litoral Norte. Nos anos 1950, guaritas de concreto foram construídas em Atlântida e Torres, indicando a qualificação dos serviços.

        No livro 180 anos – 180 olhares, da Brigada Militar, é resgatada parte da história do trabalho de salvamento no mar. O Corpo Marítimo de Salvamento da Marinha desenvolveu um curso de salva-vidas e, em 28 de dezembro de 1970, formou a primeira turma de policiais militares. A Brigada Militar passou a prestar o serviço nas praias.

        Por muito tempo chamados de salva-vidas, os profissionais de hoje são denominados guarda-vidas, vinculados ao Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul.

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/tom-mix-aventuras-do-salva-vidas-bonitao-de-capao-da-canoa-cmkid28od001h014tipd4otyh.html 

     

     

    Torres dos anos 1970 em cartões-postais 2021

     

    Você consegue identificar quantos Fuscas aparecem junto à Praia da Guarita?

    Rodrigo Lopes

     

     “Vamos a la playa”: a Guarita tomada de Fuscas, Kombis, DKWs, Opalas e Rurais nos anos 1970

    Navegar pelo portal www.prati.com.br é deparar com relíquias fotográficas abrangendo boa parte do Rio Grande do Sul. Da Serra Gaúcha à fronteira, da região metropolitana ao Litoral Norte, centenas de imagens nostálgicas fazem a festa das mais variadas gerações.

    Pegando carona na chegada oficial da primavera, nesta quarta-feira (22), do calor e dos feriadões que se aproximam com o final do ano, trazemos alguns registros de Torres na década de 1970, em especial da Praia Grande e da Guarita – a campeã dos cartões-postais.

    As imagens destacam a Av. Beira Mar, o Morro do Farol, as furnas, os paredões de pedra, o “formigueiro” de gente na faixa de areia e até as visitas de curiosos aos destroços do mítico Avahy, cargueiro naufragado em 15 de março de 1960, junto à Ilha dos Lobos.

    O destaque, porém, recai sobre os veículos. Você se arrisca a contar quantos Fuscas, Kombis, DKWs, Opalas e Rurais dominam a foto acima?

     Praia Grande: a Av. Beira Mar lotada nos anos 1970

    A Av. Beira-Mar em meados dos anos 1970

     

    Houve uma vez um verão: Torres na década de 1970

    A Guarita na década de 1970

    Cartão-postal dos anos 1970 destacando a visita de curiosos e turistas à Ilha dos Lobos para conferir os destroços do navio Avahy, naufragado em 1960

    Bombeiros registram mais de 5,5 mil queimaduras de águas-vivas no domingo 2018

     

    Desde o dia 15 de dezembro, são mais de 12 mil casos

    Cid Martins

     Água calma e quente atrai as colônias de águas-vivas para perto da orla

     

    O domingo (30) foi o dia com o maior número de registros de queimaduras de banhistas no litoral do Rio Grande do Sul até agora nesta temporada. Foram 5.555 casos que representam cerca de 45% de todos os registros neste verão desde o dia 15 de dezembro deste ano. O acumulado é de 12.160 ocorrências. 

    No sábado, foram 3,2 mil casos. No entanto, os Bombeiros acreditam que o número deve ser muito maior porque grande parte dos banhistas não registra nas guaritas. O comandante da Operação Golfinho, tenente-coronel Jefferson Ecco, diz que bandeiras roxas com alertas são colocadas na faixa de areia nos locais onde mais tem incidência de queimaduras. Segundo ele, são fatores para o grande número de casos neste domingo o grande número de veranistas na orla, água quente, corrente lateral e séries de ondas mais fracas

    - Esses dois últimos fatores fazem com que a colônia de águas-vivas se aproxime da linha de banho, consequentemente, os banhistas também avançam mais e aí os casos aumentam - relata Ecco. 

    Os salva-vidas orientam ter cautela, principalmente nas áreas com bandeiras roxas, bem como usar nos locais queimados uma mistura de 50% de água doce com 50% de vinagre, não esfregar e não ficar exposto ao sol após a aplicação. 

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/verao/noticia/2018/12/bombeiros-registram-mais-de-55-mil-queimaduras-de-aguas-vivas-no-domingo-cjqbjgk4l0oi601piocg3mmut.html 

    Fim de semana sem guarda-vidas registra mais afogamentos do que todo o verão

     

    Foram pelo menos cinco casos: três em Torres, um em Xangri-lá, outro na Praia do Laranjal, em Pelotas

    Pelo menos cinco pessoas morreram afogadas no Rio Grande do Sul no primeiro fim de semana sem guarda-vidas nas praias após o término da Operação Golfinho. Os casos aconteceram em Torres, em Xangri-lá e na Praia do Laranjal, em Pelotas.

    Durante a Operação Golfinho foi registrado apenas um caso de morte por afogamento, que ocorreu em fevereiro, no mar, em Nova Tramandaí.

    Em Torres foram três óbitos.  O primeiro deles no final da manhã de sábado (10), na praia de Arroio Seco, em Torres. A vítima, identificada como Fabrício de Matos Cardoso, 45 anos, perdeu a vida após entrar no mar para salvar um adolescente de 15 anos que estava se afogando. 

    Surfistas que estavam no local resgataram os dois para a beira da praia. Equipes dos Bombeiros e do Samu tentaram fazer os procedimentos de reanimação, mas Cardoso não resistiu e morreu no local. O adolescente passa bem.

    Há também registro de um afogamento na Prainha, em Torres, também no sábado. O homem foi resgatado do mar e levado ao hospital do município, onde morreu em atendimento nesta manhã. Não há informações sobre o nome da vítima e as circunstâncias do afogamento.

    O terceiro afogamento em Torres ocorreu na tarde deste domingo (11).  O corpo do  homem, ainda não identificado, foi localizado na Praia do Meio, próximo da guarita oito. O local foi isolado para o trabalho da perícia. 

    Ainda neste domingo, o corpo de um jovem de 24 anos foi encontrado na praia de Xangri-Lá, próximo da guarita 93. Conforme o Corpo de Bombeiros, a vítima foi identificada como Jonas Henrique Kist, natural de Lajeado.

    Conforme os Bombeiros, Kist estava na água na praia de Guarani, em Capão da Canoa, na tarde de sábado (10), junto com amigos quando começou um repuxo forte. Ele chegou a pedir socorro, mas depois não foi mais visto. 

    Em Pelotas, um homem morreu afogado no sábado (10), próximo da colônia de Pescadores V13. Conforme o Corpo de Bombeiros, a vítima pescava com o avó quando entrou na água para pegar um objeto. Em seguida, se afogou.

    A identificação da vítima não foi repassada pelo Corpo de Bombeiros, que reforçou que a área não é coberta por salva-vidas. 

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/verao/noticia/2018/03/fim-de-semana-sem-guarda-vidas-registra-mais-afogamentos-do-que-todo-o-verao-cjen5pjsg021b01r4o1ms2qqd.html 

     

    *Com redução de 60% nos salvamentos, Operação Verão tem melhor resultado dos últimos 10 anos /2018

     

    Guarda-vidas deixaram as guaritas no último domingo; uma morte foi registrada na temporada

    — Os guarda-vidas foram orientados a estarem mais presentes, mais próximos da população, interagindo mais com os usuários dos balneários. Muitas vezes as pessoas desconhecem os riscos, e, por isso, a prevenção é importante. Nesta temporada, tivemos 194,1 mil ações preventivas, que são as ações com apito, conversas, orientação, alerta e advertência na beira da praia. Na temporada passada, foram 101,4 mil — detalha.

        No fim da tarde do último domingo, os agentes deixaram todas as guaritas e foi encerrado o trabalho de monitoramento. Assim, os banhistas devem ter atenção, já que muitas pessoas tiram férias em março e o período ainda é de muito calor e de grande movimento no Litoral. O Corpo de Bombeiros avalia se vai disponibilizar efetivo durante os três dias do feriadão de Páscoa.

    - Temporada 2008/2009: 1.299 salvamentos / nove óbitos
    - Temporada 2009/2010: 2.407 salvamentos / 10 óbitos
    - Temporada 2010/2011: 2.313 salvamentos / nove óbitos
    - Temporada 2011/2012: 1.377 salvamentos / quatro óbitos
    - Temporada 2012/2013: 1.910 salvamentos / três óbitos
    - Temporada 2013/2014: 1.394 salvamentos / dois óbitos
    - Temporada 2014/2015: 1.699 salvamentos / 14 óbitos
    - Temporada 2015/2016: 851 salvamentos / seis óbitos
    - Temporada 2016/2017: 1.555 salvamentos / 14 óbitos
    - Temporada 2017/2018: 625 salvamentos / um óbito 

    Operação Golfinho registra aumento de 54% no número de salvamentos em relação a 2012

     Foram salvas 1.850 pessoas em pouco mais de dois meses de operação

    24/02/2013 - 14h56min

    A Operação Golfinho termina em 31 de março.

        O número de salvamentos na Operação Golfinho cresceu pouco mais de 54% em relação ao ano passado. De 15 de dezembro de 2012 até o último sábado foram registrados 1.850 salvamentos. A média é de 20 salvamentos por dia.

        Oitenta por cento dos casos estão no Litoral Norte, 1.474 pessoas foram salvas do mar em pouco mais de dois meses. Capão da Canoa é o local com maior número de salvamentos.

        Segundo o coordenador da base da Operação Golfinho no Litoral Norte, Major Luiz Hernesto Duarte, o bom tempo, principalmente no início de janeiro, fez saltar a média de salvamentos. Ele alerta para a imprudência dos banhistas, principalmente entre os jovens.

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2013/02/operacao-golfinho-registra-aumento-de-54-no-numero-de-salvamentos-em-relacao-a-2012-4054575.html 

     

     

    Oito boletins de violência contra mulher são registrados após ação em guaritas do litoral gaúcho 2026

     GZH

    Com cartazes, locais mostram que são pontos seguros para se buscar ajuda

    Isadora Garci

     Informativo foi colocado em 159 guaritas de 16 praias.

        Oito boletins de ocorrência de casos de violência foram registrados, até o momento, a partir da ação de acolhimento que guaritas de guarda-vidas estão realizando no litoral gaúcho. O número foi divulgado pelo governo do Estado neste domingo (15).

        A iniciativa começou em dezembro de 2025, a partir da fixação de adesivos informativos em 159 guaritas espalhadas por praias do norte e do sul do Estado. Os cartazes indicam que esses espaços são lugares seguros para acolher mulheres vítimas de alguma situação desconfortável à beira-mar e para orientá-las sobre os serviços de atendimento junto à Brigada Militar ou à Polícia Civil.

        De acordo com o governo do Estado, na maioria dos casos, as mulheres relatam situações de violência psicológica e verbal, como insultos, ameaças e xingamentos. Há também registros de violência física.

        Segundo o Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar, além dos oito boletins de ocorrência, são diversas situações de mulheres que buscaram informações e orientações

        As praias contempladas com a iniciativa, no Litoral Norte, são Torres, Arroio do Sal, Capão Novo, Capão da Canoa, Xangri-lá, Imbé, Tramandaí, Nova Tramandaí, Cidreira, Balneário Pinhal e Balneário Quintão, no Litoral Norte. No sul do Estado, estão incluídas as praias de Tavares, São José do Norte, Cassino, Hermenegildo e Barra do Chuí.

        A secretária estadual da Mulher, Fábia Richter, afirma querer que a iniciativa se repita nos próximos anos. O coordenador administrativo da Operação Verão Total, dentro da qual está a ação, tenente-coronel Vinicius Lang, reforça que, em caso de ajuda, as mulheres não hesitem em procurar os guarda-vidas, que estão orientados para o atendimento.

     Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/verao/noticia/2026/02/oito-boletins-de-violencia-contra-mulher-sao-registrados-apos-acao-em-guaritas-do-litoral-gaucho-cmloae01i00bi013u4q397irt.html

     

    Gurias "Tu consegue mesmo salvar?": guarda-vidas mulheres contam os desafios e a rotina na proteção de banhistas 2026

     GZH

    Minoria entre os profissionais que atuam no litoral do RS, elas relatam comentários preconceituosos, mas destacam apoio da população

    Isadora Garcia

  • Menos de 5% dos guarda-vidas no RS são mulheres; das 812 pessoas atuando no litoral, apenas 35 são do sexo feminino.
  • Mariana Fortes, uma das quatro mulheres em Torres, relata preconceito, mas também apoio e incentivo de banhistas e colegas.
  • Naiany Cielo está em sua 10ª temporada como guarda-vidas; ela começou como civil e depois se tornou bombeira militar.
  • Ambas destacam a importância de servir de exemplo para outras mulheres e enfrentam dúvidas sobre sua capacidade no trabalho.
  • A rotina inclui orientação aos banhistas, sinalização de áreas de risco e, nesta temporada, ambas realizaram salvamentos na Praia Grande.
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     A bombeira Mariana atua como guarda-vidas desde 2022.

        As mulheres representam menos de 5% do total de guarda-vidas no Rio Grande do Sul. Conforme o Corpo de Bombeiros, os números mudam ao longo da temporada, mas até a semana passada, pelo menos 812 guarda-vidas atuavam no litoral gaúcho – entre civis, bombeiros e policiais militares. Apenas 35 profissionais são mulheres.

        Uma das quatro guarda-vidas que atuam em Torres é Mariana dos Santos Fortes, 27 anos. Ela conta que, por vezes, tem de encarar situações de preconceito por ser mulher, mas destaca que há também apoio.

        As pessoas reconhecem muito. Tu vai caminhar e as mulheres estão dando sempre incentivo: "Nossa, que legal, continue". E nós somos minoria. Então, espero que estejamos abrindo caminhos e dando incentivo para que outras mulheres tenham coragem de se desafiar. Nós temos a diferença fisiológica do homem, porém fazemos o mesmo treinamento, temos a mesma técnica — destaca a soldado Fortes.

        Mariana é bombeira militar desde 2022. Já naquele ano, os primeiros meses de trabalho foram como guarda-vidas. No dia a dia, ela não nega que existam questionamentos do básico. Por exemplo, se ela sabe nadar: 

    — A mulher já está em minoria em várias situações na vida, então causa estranheza a figura da mulher na guarita, mas, ao mesmo tempo, eu me senti muito abraçada nesses anos de operação. Há muito incentivo, querem tirar foto. É algo bem legal. As crianças adoram — acrescenta.

        A fala de Mariana foi vista em prática momentos depois, ainda durante a entrevista à Zero Hora, quando uma família se aproximou para pedir foto.

    A rotina de uma guarda-vidas

    Desde 2022, nos verões, Mariana atua como guarda-vidas em Torres.
    Jeff Botega / Agencia RBS

        Desde pequena, Mariana esteve ligada a esportes como corrida e natação. O sonho dela, para a vida adulta, era fazer concurso para carreira militar

    — Eu não imaginava ser bombeira, porque prestei vários concursos na área militar e o do Corpo de Bombeiros foi o último. Eu pedi para Deus me dar um sinal, que desse certo se fosse para ser (risos). E, no fim, deu certo — conta.

        Durante a formação de bombeira, surgiu a oportunidade de se especializar em salvamento aquático. E Mariana aproveitou. Desde 2022, em todos os anos, ela atua como guarda-vidas em Torres. A escala de trabalho varia, mas a rotina inclui verificar as condições do mar, as correntes de retorno e a orientação do vento. 

        A soldado também coloca as bandeiras que demarcam as áreas de banho, monta o morrinho em frente à guarita e sinaliza áreas perigosas no mar. O principal, como destaca, é a orientação aos banhistas — que, segundo ela, têm perguntado mais sobre os motivos de tantos apitos.

        O apito é um dos itens que ficam no kit da guarda-vidas, assim como boia e nadadeiras. Mariana explica que vai para o trabalho já pronta: com blusa de proteção solar, sunquini, top, chapéu ou boné e chinelo. A roupa precisa ser trocada a cada entrada no mar. Nesta temporada guarda-vidas fez um salvamento, ocorrido na Praia Grande. 

    De atleta a militar

     A bombeira Naiany está em sua 10ª temporada como guarda-vidas.
     

        A história de outra guarda-vidas  também passa pela natação. Naiany Canabarro Cielo, 29 anos, foi atleta no Grêmio Náutico União (GNU), em Porto Alegre, até chegar a época do vestibular e da faculdade.

        A paixão pela área da saúde e por ajudar as pessoas, junto à experiência de atleta, fez com que ela fosse atrás do que muitos já lhe diziam: tornar-se guarda‑vidas. Em 2015, ela se candidatou como civil. Desde então, já são 10 temporadas como guarda-vidas.

    — Eu era guarda-vidas civil durante o verão e, durante o ano, eu fazia faculdade de Farmácia. Em 2017, abriu o concurso para ser bombeira militar. Um colega, na época, em Imbé, me perguntou por que eu não fazia o concurso. Eu nem sabia direito como funcionava, falei que faziafaculdade de Farmácia e que queria ser farmacêutica. Ele me incentivou e disse que, se eu não gostasse, eu saía depois. E aí estou aqui até hoje (risos) — lembra a segundo-sargento.

        Após passar no concurso, ela foi chamada em 2020, fez a formação como bombeira e, desde então, passou a atuar como guarda-vidas militar no verão. Ela esclarece que, para isso, é necessário se candidatar a cada ano e fazer testes para demonstrar que está preparada. Ela também participa das formações de novos colegas.

        Poder servir de inspiração para outras mulheres é algo que a motiva. Na família de Naiany, não houve bombeiros antes dela, mas uma prima decidiu se dedicar à carreira depois.

    — Quanto mais meninas vêm, mais querem vir. Acredito que é um efeito manada, de conseguir ver o exemplo e seguir também — pontua.

        Durante a atuação como guarda-vidas, Naiany confessa já ter ouvido comentários de que não gostou:

    — Já recebi muitas perguntas do tipo: "Mas tu consegue mesmo salvar?". Sim, somos uma instituição que tem todo um crédito e toda uma preparação por trás. Então, se eu estou aqui, não é porque alguém me colocou aqui de graça, nem eu nem as outras mulheres.

        Nesta temporada, ela fez três salvamentos, todos na Praia Grande. Mas, nas 10 temporadas de atuação, já perdeu as contas.

    — Focamos bastante na questão da prevenção, mas, em algum momento, acontece salvamento e é, para isso, que estamos aqui também — ressalta.

    Como ser guarda-vidas civil

    • O Corpo de Bombeiros Militar lança editais de processo seletivo meses antes de iniciar a temporada, no site bombeiros.rs.gov.br
    • Os selecionados passam por curso de capacitação ou de recertificação (caso a pessoa já tenha atuado como guarda-vidas civil temporário)
    • O trabalho é remunerado. No caso da Operação Verão 2025/2026, o valor foi de R$ 4.240

     

     

     Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/verao/noticia/2026/02/tu-consegue-mesmo-salvar-guarda-vidas-mulheres-contam-os-desafios-e-a-rotina-na-protecao-de-banhistas-cmltstgv001go013k8653fko0.html

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    50 bombeiros da Região Central vão atuar na Operação Golfinho 2015

     GZH

    Vinte serão designados para ações no litoral gaúcho

    João Pedro Lamas

    Termina neste domingo (13) o treinamento dos bombeiros da Região Central que atuarão durante a Operação Golfinho deste ano. São 50 profissionais. Trinta ficarão na região e 20 vão para o Litoral.

        Conforme o 4º Comando Regional dos Bombeiros (4ºCRB), a expectativa é que 40 desempenhem a função de salva-vidas e 10 façam o apoio operacional.

        Vinte e um profissionais vão atuar nos dez balneários da Região Central (A ideia é distribuir entre dois e três bombeiros para cada balneário), mais dez serão encaminhados para o Litoral Norte e Sul e outros nove ainda estão em definição. Fecha 40.

        O tenente-coronel Luiz Marcelo Gonçalves Maya explica a necessidade de mais 10 homens serem designados para o apoio operacional.

    “Vamos fazer um raciocínio em cima do município de Capão da Canoa que nós já temos os números: ele tem em torno de 40 mil habitantes durante o ano. Nos três meses do verão, o número sobe para 400 mil. Então isso aumenta o número de ocorrências”, exemplifica. “Então não é lógico que se mantenha o ano inteiro um efetivo preparado para atender 400 mil habitantes quando em nove meses há 40 mil. Por essa razão há o reforço”.

        Apesar do déficit no efetivo, Maya explica que a Região Central contará com número suficiente de bombeiros para prestar um bom atendimento à população mesmo enviando profissionais para o litoral.

    A operação
        A 46ª Operação Golfinho começa dia 19 de dezembro no Estado. Os salva-vidas estarão em 329 guaritas do Estado.

        Serão 228 pontos do Litoral Norte, 30 do Litoral Sul e 71 em águas internas (balneários, por exemplo). O trabalho já ocorre desde 23 de novembro nos finais de semana.

        Na primeira parte da operação, que vai até 31 de dezembro, a Brigada Militar (BM) contará com cerca de 3 mil Policiais Militares (PMs), sendo 2 mil para policiamento nas ruas e mil para atividades de bombeiros. A partir de janeiro, serão 5,6 mil PMs - 4 mil para policiamento e 1,6 mil para os bombeiros. A Região Central vai disponibilizar 86 PMs.

        Durante a operação, também serão feitas ações de policiamento ostensivo rodoviário, ambiental e fazendário.

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2015/12/50-bombeiros-da-regiao-central-vao-atuar-na-operacao-golfinho-cj5w5yskc1ctdxbj0ejtuiyvf.html 


    sexta-feira, 26 de junho de 2026

    Operação Golfinho terá maior efetivo neste verão 2015

     GZH

    Serão cerca de 1,1 mil bombeiros em todo o Litoral nesta edição

    Eduardo Cardozo

     

     Treinamento para bombeiros militares começa nesta segunda-feira (23) 

     

        A 46ª edição da Operação Golfinho terá maior efetivo neste verão em comparação com 2014. Isso porque, no ano passado, foram cerca de 960 pessoas para atividades de bombeiros e de salva-vidas. Segundo o Chefe do Estado-Maior do Corpo de Bombeiros do Estado, Tenente-Coronel Evaldo de Oliveira Júnior, serão cerca de 1,1 mil bombeiros militares e cerca de 100 bombeiros civis.

        “Abrimos 300 vagas para bombeiros que não são militares nesta edição, é o mesmo número do ano passado, mas as vagas não são preenchidas. Acreditamos que fique em torno de 100 bombeiros civis nesta operação”, afirmou. Os salva-vidas serão distribuídos em 330 guaritas: 230 no Litoral Norte, 30 no Litoral Sul e 70 em águas internas. O efetivo de bombeiros de combate e prevenção de incêndios e do setor administrativo será o mesmo da última operação.

        De acordo com o Tenente-Coronel Evaldo, a expectativa é de que o número seja superior ao do ano passado. “Estamos trabalhando para que o efetivo seja de 1,1 mil homens trabalhando no verão, cerca de 200 a mais do que a última operação”, concluiu.

        Nesta segunda-feira (23) começa o treinamento para de 1,1 mil bombeiros militares que poderão trabalhar na Operação Golfinho neste verão. Eles passarão por instruções nas praias de Torres, Capão da Canoa, Tramandaí, Cidreira e Cassino. Os que passarem pelas avaliações estarão aptos para trabalhar nas praias dos litorais norte e sul, além das águas internas, como rios e lagos do Estado. O treinamento da primeira turma vai até o dia 13 de dezembro.

        Para quem não é militar, e quer ter a oportunidade de trabalhar na operação golfinho, as inscrições estão abertas até o dia 30 de novembro. O salário para o trabalho em janeiro, fevereiro e março é de R$ 1700, além de vale-transporte. Não há garantia de moradia no litoral para quem se inscrever como civil.

    A Operação Golinho começa no dia 19 de dezembro e vai até o fim de fevereiro no Rio Grande do Sul. 

     

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2015/11/operacao-golfinho-tera-maior-efetivo-neste-verao-cj5w5a6f21bv2xbj0adm470bv.html 

     

     

     

     

    Balanço da Operação Golfinho aponta novo recorde de salvamentos 2010

     GZH

    Em dois meses, já foram realizados 2.022 resgates no Litoral Norte

    Cid Martins

        Balanço da Operação Golfinho aponta que, mesmo sem terminar o veraneio, já foram realizados 2.022 salvamentos no Litoral Norte. Esse número supera a temporada de 2005 e 2006, quando ocorreram 2.020.

        O índice de salvamentos é o maior dos últimos sete anos e o quarto em todo o período em que foi feito balanço, desde a temporada 1998 e 1999. Além disso, desde janeiro deste ano já foram quebrados oito recordes de resgates.

        Ontem a Operação Golfinho completou dois meses. Treze pessoas morreram afogadas, sendo que seis não estavam em área ou horário coberto pelos salva-vidas no Litoral Norte. 

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/geral/noticia/2010/02/balanco-da-operacao-golfinho-aponta-novo-recorde-de-salvamentos-2815963.html

     

     

     

    Mais de mil salva-vidas começam a atuar dia 20 na Operação Golfinho 2014

     GZH

    Nos meses de janeiro e fevereiro, expectativa é de que 1,2 mil profissionais estejam atuando nos litorais e águas internas

        O Litoral Norte vai receber 809 salva-vidas, seis a menos que no ano passado. Já o Litoral Sul terá nove profissionais a mais atuando neste ano, somando 109. Nas águas internas, vão atuar 173 servidores, três a menos do que em 2013.

        Desde o início de novembro, o contingente participa de treinamentos para se preparar para o trabalho. Para essa etapa, dois grupos foram formados. O primeiro recebeu as orientações de 3 a 23 de novembro e o outro iniciou as atividades no dia 24 e segue até o dia 14 deste mês.

        Segundo o chefe do Estado Maior do Comando do Corpo de Bombeiros, tenente-coronel Evaldo Rodrigues de Oliveira, neste ano, os salva-vidas estão sendo treinados para intensificar a orientação aos banhistas.

        “Vamos ter uma atuação mais forte dos salva-vidas. Eles devem atuar no diálogo com as pessoas para evitar exposição ao perigo, diminuir o número de salvamentos e, se possível, reduzir para zero o número de óbitos em áreas protegidas”, destaca.

        O efetivo foi deslocado de diversas regiões do Estado. A Brigada Militar não divulga as áreas de atuação dos policiais e bombeiros que foram deslocados para o litoral, mas garante que o número é o mesmo utilizado no último verão e que não haverá impacto na segurança dos municípios do interior. O órgão também não divulga o número de policiais que irão reforçar a segurança nas praias gaúchas, já que o planejamento ainda está sendo feito. 

        O tenete-coronel recomenda que a população busque se banhar em áreas com a presença de salva-vidas e procure locais próximos às guaritas para evitar afogamentos. Segundo ele, uma equipe de seis profissionais ainda vai atuar, em parceria com as prefeituras, em campanhas de conscientização. O foco deste ano serão crianças, idosos e surfistas. Serão feitas palestras, distribuição de material e atividades nas praias. 

     Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2014/12/mais-de-mil-salva-vidas-comecam-a-atuar-dia-20-na-operacao-golfinho-cj5vsm6xp0swuxbj0qlilo194.html

    Abertas inscrições para salva-vidas temporários para o veraneio no Estado 2013

     GZH

    Prazo vai até 20 de outubro

    Babiana Mugnol

        A Brigada Militar abriu inscrições para contratar 600 salva-vidas civis temporários para o veraneio de 2014. O candidato deve ter entre 18 e 45anos, ter concluído o ensino fundamental, estar em dia com obrigações eleitorais e militares e não pode ter sofrido condenações criminais com pena privativa de liberdade.

    Os exames estão marcados para novembro e a inscrição deve ser feita na internet até o dia 20 de outubro, no site da Brigada Militar. O período de trabalho vai de dezembro a março de 2014.

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2013/10/abertas-inscricoes-para-salva-vidas-temporarios-para-o-veraneio-no-estado-cj5vddtgn06lpxbj01lwm50ca.html

    Mais de 300 salva-vidas civis são nomeados pela Brigada Militar 2015

    Publicação: GZH
    Os aprovados irão atuar entre janeiro e março

    Jocimar Farina

     

        Foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (9) a nomeação de 368 salva-vidas civis temporários. Eles tiveram suas inscrições homologadas e participarão agora da primeira fase de habilitação específica, no dia 12 de dezembro, na Academia de Polícia Militar de Porto Alegre.

        Os aprovados irão atuar entre os meses de janeiro e março de 2016 e receberão R$ 1.389,00. 


    Fonte:https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2015/12/mais-de-300-salva-vidas-civis-sao-nomeados-pela-brigada-militar-cj5w5uw181cnkxbj0hmhhswih.html

    Quase um salvamento por hora 2013

     Publicação original: GZH

    RS tem média de quase um salvamento por hora desde o início da Operação Verão

    Águas internas registraram aumento e o maior número de afogamentos

        Em 33 dias de Operação Golfinho, desde o dia 15 de dezembro, lembrando que o balanço foi fechado na noite passada, já ocorreram 775 salvamentos em todo o Rio Grande do Sul. Os dados são Litoral Norte, que registrou o maior número de pessoas salvas, do Litoral Sul, que teve aumento neste ano, e das águas internas, onde teve o maior aumento e onde tem o maior número de afogamentos.

        Com isso, a média diária é de 23 salvamentos por dia, quase um por hora. E os banhistas tem que ter muito cuidado nos rios, lagos e lagoas, devido ao grande número de afogamentos e a grande quantidade de locais que não tem cobertura de salva-vidas.

        Além disso, os cuidados devem ser maiores em Imbé e Torres. Juntas, as duas praias tem 8 salvamentos diários, um a cada três horas. No Litoral Sul, os cuidados devem ser maiores na altura da guarita 27 na Barra do Chuí e na altura da guarita 11 na praia do Cassino.

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/noticia/2013/01/rs-tem-media-de-quase-um-salvamento-por-hora-desde-o-inicio-da-operacao-verao-cj5u2bz5h0009vtj0eq39fexh.html 

    Salva vidas Civil da Brigada Militar tem sua 8º Seleção.
                 Este ano de 2012 a Brigada Militar, realizou o 8º Concurso para Salva-vidas civil 2012/13. Foram Inscritos um total de 338 candidatos, que optaram para realização do curso em águas de mar 230 e águas internas 108. A capacitação técnica sera realizada de 07 a 27 de dezembro, em Tramandai.







                

    Das Gurias

     Reportagem retirada da GZH 

    Pela primeira vez na história do litoral gaúcho, guarita é comandada somente por guarda-vidas mulheres

    23/01/2021 - 16h13min

     Guarita em Arroio do Sal reúne socorristas mulheres
     Lauro Alves / Agência RBS

     

        Decorada com placas em amarelo e cor-de-rosa, flores e corações, uma faixa de areia em Arroio do Sal transpira capricho. A guarita 39 foi especialmente paramentada neste sábado (23) pelas socorristas que nela atuam sete dias por semana: duas mulheres, fato inédito na história da corporação, segundo o tenente Gelson Rogério Moura Ardenghi, à frente dos guarda-vidas do município. 

    — Ganhou um toque feminino mesmo, pode dizer, porque todo mundo que chega pergunta "é aqui a guarita das meninas?" e elogia como ficou bonita, e com carinho pelo fato de sermos duas mulheres juntas — afirma a soldado Tatiane Purper Reis, 31 anos.  

    A colega, Lahís Trois Schultz, de mesma idade, reafirma o tratamento recebido do público, e acredita que, com o tempo, ninguém mais duvidará da capacidade da mão-de-obra feminina na atividade. 

    — A gente vai ganhar a confiança do efetivo e dos veranistas no dia a dia. Capacidade nós temos, igual a qualquer homem — reforça. 

        Ambas atuam como policiais militares em suas cidades: Tatiane em Lajeado, no Vale do Taquari, e Lahís, em Porto Alegre

        O feito marcante é confirmado pelo comandante do pelotão. Em anos anteriores, a escala intercalava as profissionais com homens — ou tinha exclusivamente uma equipe masculina —, cultura que vem sendo modificada, de acordo com o tenente Ardenghi.

        Com 20 anos de atuação, o militar reconhece que as mulheres eram desacreditadas. Hoje, ele é defensor do pioneirismo da dupla, e informa que as duas passaram pelo treinamento com maestria:

    — Não hesitei nenhum momento para escalar elas. Enfrentaram o mesmo nível de estresse, físico e psicológico do que os homens, e se mostram plenamente capacitadas. 

        Além da dupla, outra militar feminina rompe barreiras na equipe: Tairine Azambuja, 30 anos, é a única condutora de quadriciclo no Litoral Norte. Ela relembra orgulhosa da ajuda que pôde prestar na tarde de sexta-feira (22), quando em disparada se deslocou até o atendimento de uma pessoa que se afogava. 

    — Todo preconceito cai por terra com o nosso trabalho. Nos destacamos no conhecimento e operacionalmente. E assim a gente ganha espaço. Sempre digo pras gurias que, se recuar, tu perdes esse espaço. 

        Tairine é bombeira no município de Taquara, no Vale do Paranhana. No quartel em que atua, afirma haver quatro mulheres e 18 homens. Apesar de o número ser 4,5 vezes menor, o seu batalhão é proporcionalmente mais diverso do que o efetivo de guarda-vidas na operação verão: dos cerca de 1,2 mil socorristas, há somente 30 do gênero feminino, ou 2,5% do efetivo total. 

    — Hoje diminuiu muito a desconfiança. Menina não pode fazer força, eles diziam, mas a gente faz atendimento, entra em incêndio. Demonstramos o contrário — reitera. 

        Uma quarta militar se uniu ao trio neste sábado: a também soldado Caroline Rodrigues, 31 anos. Ela atua na guarita 30, ao lado de outros homens, e é otimista ao crer que o exemplo das colegas pode servir de inspiração para que haja mais procura pela formação: 

    — É uma grande conquista. 

        O quarteto que zela pelos veranistas deixa claro que busca olhar para o futuro, e não se preocupa em discutir a discriminação sofrida no passado. 

        Para ganhar a simpatia de quem olha para a casinha de madeira — em padrão vermelho e amarelo, cores do corpo de bombeiros militar —, elas desenharam frases à mão: "ao chegar traga alegria", aponta uma seta para o sul. "Ao sair, deixe saudade" indica o sentido oposto. No alto de onde controlam os banhistas, outras três sentenças fazem um trocadilho e renovam as esperanças em 2021: "Dias melhores verão. Tenha fé". 

        A dupla Tatiane e Lahís agradece a confiança depositada pelo tenente que chancelou a escala, e garante formar a primeira de muitas equipes femininas. 


    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/verao/noticia/2021/01/pela-primeira-vez-na-historia-do-litoral-gaucho-guarita-e-comandada-somente-por-guarda-vidas-mulheres-ckka12ybv001w017woymnfhvn.html

    OBS: coleta de dados serve para recriar a historia do guarda vidas no rio grande do sul.