sábado, 27 de junho de 2026

Mulheres na Brigada Militar

 Mulheres na Brigada Militar


 70. O estilista Rui Sphor e a primeira turma de oficiais femininos da Brigada Militar no Palácio Piratini. A Corporação, que só contava com mulheres em atividades administrativas e serviços gerais, na função de servidoras civis, às vésperas do seu ses-quicentenário passou a pensar na criação de um segmento policial feminino. Após um grande período de estudos, por solicitação do governador do Estado, Jair Soares, a história da polícia feminina no Rio Grande do Sul teve início, em 8 de janeiro de 1985, com a criação da Companhia de Polícia Militar Feminina (Cia PM Fem), com um efetivo de 135 policiais.
    As primeiras dez mulheres ingressaram na Corporação em 17 de fevereiro de 1986 para frequentar o Curso de Habilitação de Oficiais Femininos, na Academia de Polícia Militar. As primeiras oficiais concluíram o curso em 24 de julho de 1987 e homenagearam Anita Garibaldi. diante da preocupação com a apresentação pessoal das policiais e a praticidade de seus uniformes, a Corporação convidou o estilista de alta costura Rui Spohr para desenhá-los. Os uniformes foram apresentados em um desfile realizado no Palácio Piratini, em setembro de 1986. FOTO: Acervo Museu da BM

 71. Formatura da primeira turma de sargentos femininos da corporação No dia 10 de setembro de 1986, teve início o Curso de Formação de Sargentos Femininos na Escola de Formação e Especialização de Cabos e Soldados, em Porto Alegre. As 16 alunas concluíram o curso no dia 31 de julho de 1987.
FOTO: Acervo Museu da BM

 2. Formatura da primeira turma de soldados femininos da Brigada Militar O Curso de Formação de Soldados Femininos teve início em 4 de março de 1987 na Escola de Formação e Especialização de Cabos e Soldados, em Porto Alegre. Na formatura, em 25 de setembro do mesmo ano, as formandas fizeram uma homenagem à primeira mulher a ostentar uma farda e lutar nas linhas de frente da Instituição, durante os movimentos revolucionários desencadeados no período compreendido entre 1923 e 1927: Olmira Leal de Oliveira, que ficou conhecida como Cabo Toco.
FOTO: Acervo Museu da BM

 73. Cabo Toco, primeira mulher a ostentar a farda da BM

            FOTO: lisette Guerra, Agência RBS

 

 74. Instalação da Cia PM Fem. Em 25 de setembro de 1987, ocorreu a instalação da Companhia de Polícia Militar Feminina e a incorporação ao 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM), iniciando sua atividade sistemática de policiamento ostensivo em Porto Alegre, em eventos especiais na capital e no interior do Estado e na Operação Golfinho. A Companhia foi desincorporada do 9º BPM em 05 de fevereiro de 1989, indo para a sua sede própria.
FOTO: Acervo Museu da BM

 

75. Formatura da segunda turma de sargentos femininos
FOTO: Acervo Museu da BM

 109. A Brigada Militar dispõe de 32 Patrulhas Maria daPenha, com atuação em 27 municípios gaúchos. Em 2017,foram realizadas cerca de 20 mil visitas de atendimento policial a mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
FOTO: Robson Alves

 

 110. Campanha institucional de valorização das poli-ciais militares femininas, realizada em 2016, durante
as comemorações do dia Internacional da Mulher.
FOTO: Robson Alves

 

133. A Patrulha Maria da Penha completou, em 2017, cinco anos de existência, sendo pioneira no cenário nacional e destaque internacional, premiada como iniciativa de sucesso no enfrentamento da violência contra as mulheres.
FOTO: Jackson Cardoso 

 

 146. diferente de quando as mulheres ingressaram na BM, na década de 80, e tinham funções de atender prioritariamente idosos e crianças, há anos elas desempenham as mesmas atividades dos policiais militares masculinos, sem distinções determinadas por gênero.
FOTO: Robson Alves

 

 

 

 

 

 

 

 


História e Memória / Institucional / Operação Golfinho


LIVRO 180Anos-180 olhares


 Do Mar ao Resgate: A História de Como Nasceu o Serviço de Salva-Vidas da Brigada Militar

 

64. Policiamento ostensivo e atividade de salva-vidas no Litoral Norte, 1970 desde o veraneio de 1969/1970, a Brigada Militar realiza a Operação Golfinho, que concentra ações de policiamento nas praias gaúchas. No período em que a sociedade gaúcha migra para a orla, entre os meses de dezembro e fevereiro, a Corporação acompanha esse des- locamento e mantém um aparato de segurança nas praias do litoral Norte, litoral Sul e nos balneários de águas interiores. FOTO: Acervo Museu da BM 

 67. Efetivo do policiamento e dos salva-vidas apoiando vítima durante a Operação Golfinho
FOTO: Acervo Museu da BM

 69. Salvamento de uma vítima de afogamento, 1975 Num período mais remoto, a atividade de salva-vidas era realizada por um grupo de pescadores que, voluntariamente, postava-se à beira-mar para resgatar os veranistas que corriam risco de afogamento. Mais tarde, as prefeituras das praias mantinham um corpo de salvamento integrado por moradores locais. Com o aumento de turistas no litoral, durante o verão, o então Corpo Marítimo de Salvamento da Marinha desenvolveu um curso de guarda-vidas e, em 1970, um contingente do 8º Batalhão de Polícia Militar assumiu o serviço de salvamento, com o apoio de pescadores. FOTO: Acervo Museu da BM

 

 78. Presença feminina na Operação Golfinho, 1990 À semelhança dos outros Estados do Brasil, a Polícia Militar Feminina destinava-se, inicialmente, a atuar junto ao público feminino, a idosos e crianças, assumindo, de imediato, o policiamento na rodoviária, aeroporto e escolas, além de realizar atividades de
trânsito, em Porto Alegre. As policiais eram empregadas, também, em shows e eventos esportivos, em apoio às outras Unidades Operacionais, trabalhando na revista pessoal.
Ao longo do tempo, essas atividades foram se diversificando e as policiais passaram a atuar junto ao Centro de Operações Policiais Militares (COPoM), no atendimento do 190 e, mais tarde, em estabelecimentos penais, onde realizavam revista.
FOTO: Acervo Museu da BM

 104. Aeronave do Batalhão de Aviação da Brigada Militar apoiando salvamento de uma pessoa no mar com o uso de puçá, espécie de “cesto” onde a vítima é colocada pelo guarda-vidas para sua retirada da água até local onde ela receberá atendimento.
FOTO: Robson Alves

 

 112. Treinamento dos salva-vidas da Operação Golfinho, em Torres, no ano de 2011. A atividade segue
sendo desempenhada por policiais militares e também pelos bombeiros militares e salva-vidas civis tem-
porários. No final de 2017, passaram a ser chamados de guarda-vidas.

FOTO: Robson Alves

 

 124. “Salvar, salvar, sempre salvar”, um lema do Corpo de Bombeiros, instituição que, até 2017, integrava a Brigada Militar. A corporação se emancipa e o compromisso de sempre se renova.
FOTO: Rodrigo Ziebell

 

 144. Junto às guaritas de salva-vidas, atualmente sob responsabilidade do Corpo de Bombeiros Militar do RS, a distribuição de pulseirinhas de identificação é uma das ações realizadas preventivamente para minimizar os casos de crianças perdidas na orla.
FOTO: Robson Alves

 

 146. diferente de quando as mulheres ingressaram na BM, na década de 80, e tinham funções de atender prioritariamente idosos e crianças, há anos elas desempenham as mesmas atividades dos policiais militares masculinos, sem distinções determinadas por gênero.
FOTO: Robson Alves

 148. A ação das pulseirinhas de identificação permanece sendo realizada pela BM nas Bases Móveis Comunitárias da Operação Golfinho e em grandes
eventos no interior do Estado, como na Fenadoce.
FOTO: Robson Alves

 

 154. Salvar, salvar, sempre salvar - Tramandaí 2011
Profissional 2º Lugar
FOTO: Robson Alves

 

 Fonte: https://www.brigadamilitar.rs.gov.br/upload/arquivos/202009/28130915-bm-180-anos-baixa.pdf 

Tom Mix: aventuras do salva-vidas "bonitão" de Capão da Canoa

 Guardião dos banhistas trabalhou, em 1946, em uma casinha de madeira na praia

23/01/2026 - 07h30min

Leandro Staudt

 Tom Mix no alto da guarita de Capão da Canoa em 1946.

Ed Keffel / Revista do Globo/Delfos/PUCRS

 

Resumo:

  • Em 1946, Tom Mix era o salva-vidas de Capão da Canoa, vivendo em uma barraca na praia.
  • Ele iniciou como salva-vidas no Rio de Janeiro, trabalhou como caminhoneiro e depois voltou ao litoral gaúcho.
  • Em 1970, a Brigada Militar formou a primeira turma de guarda-vidas, profissionalizando o serviço nas praias do RS.
  •  Equipamento usado nos resgastes no mar. Ed Keffel / Revista do Globo/Delfos/PUCRS
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        Os afogamentos no mar são noticiados desde o início da popularização das praias do litoral gaúcho. Em função do aumento do número de banhistas, os primeiros salva-vidas surgiram na areia, geralmente pescadores. A Revista do Globo publicou, em 1946, uma reportagem sobre o guardião da praia de Capão da Canoa.

        O repórter José Amádio e o fotógrafo Ed Keffel fizeram uma viagem de cinco horas de ônibus entre Porto Alegre e o balneário do Litoral Norte. O protetor dos banhistas ficava no alto de uma pequena casinha de madeira. Artur Alves da Silva, apelidado de Tom Mix, contou suas aventuras no mar. Com bigode aparado e dentadura branquíssima, foi descrito como "belo, forte, simpático — diria perfeito não fosse o abdômen um tanto desenvolvido". Fazia sucesso entre as mulheres. Durante o verão, morava em uma pequena barraca de lona.

        No início das manhãs, oferecia aulas de natação no mar. Na entrevista, Tom Mix contou que estreou na profissão nas praias do Rio de Janeiro, onde chegou clandestinamente dentro de um navio que partiu de Rio Grande. Posteriormente, trabalhou como caminhoneiro. Cansado das estradas, voltou às praias. Antes de atuar em Capão da Canoa, foi salva-vidas no Cassino, em Rio Grande. 

        Um ex-pescador de Torres era o seu ajudante. A reportagem não esclareceu quem pagava a remuneração dos salva-vidas. Naquela temporada, Tom Mix já contabilizava aproximadamente dez resgates no mar, sem nenhum óbito no trecho monitorado. Conversador, se gabava das façanhas. Contou que percorreu a nado o trajeto entre Tramandaí e Cidreira. 

        No inverno, o herói do mar morava em uma pensão de Porto Alegre e trabalhava como "chofer", motorista. 

        Sem registros oficiais dos primeiros salva-vidas, Tom Mix está, sem dúvida, entre os pioneiros da atividade no Litoral Norte. Nos anos 1950, guaritas de concreto foram construídas em Atlântida e Torres, indicando a qualificação dos serviços.

        No livro 180 anos – 180 olhares, da Brigada Militar, é resgatada parte da história do trabalho de salvamento no mar. O Corpo Marítimo de Salvamento da Marinha desenvolveu um curso de salva-vidas e, em 28 de dezembro de 1970, formou a primeira turma de policiais militares. A Brigada Militar passou a prestar o serviço nas praias.

        Por muito tempo chamados de salva-vidas, os profissionais de hoje são denominados guarda-vidas, vinculados ao Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul.

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/leandro-staudt/noticia/2026/01/tom-mix-aventuras-do-salva-vidas-bonitao-de-capao-da-canoa-cmkid28od001h014tipd4otyh.html 

     

     

    Torres dos anos 1970 em cartões-postais 2021

     

    Você consegue identificar quantos Fuscas aparecem junto à Praia da Guarita?

    Rodrigo Lopes

     

     “Vamos a la playa”: a Guarita tomada de Fuscas, Kombis, DKWs, Opalas e Rurais nos anos 1970

    Navegar pelo portal www.prati.com.br é deparar com relíquias fotográficas abrangendo boa parte do Rio Grande do Sul. Da Serra Gaúcha à fronteira, da região metropolitana ao Litoral Norte, centenas de imagens nostálgicas fazem a festa das mais variadas gerações.

    Pegando carona na chegada oficial da primavera, nesta quarta-feira (22), do calor e dos feriadões que se aproximam com o final do ano, trazemos alguns registros de Torres na década de 1970, em especial da Praia Grande e da Guarita – a campeã dos cartões-postais.

    As imagens destacam a Av. Beira Mar, o Morro do Farol, as furnas, os paredões de pedra, o “formigueiro” de gente na faixa de areia e até as visitas de curiosos aos destroços do mítico Avahy, cargueiro naufragado em 15 de março de 1960, junto à Ilha dos Lobos.

    O destaque, porém, recai sobre os veículos. Você se arrisca a contar quantos Fuscas, Kombis, DKWs, Opalas e Rurais dominam a foto acima?

     Praia Grande: a Av. Beira Mar lotada nos anos 1970

    A Av. Beira-Mar em meados dos anos 1970

     

    Houve uma vez um verão: Torres na década de 1970

    A Guarita na década de 1970

    Cartão-postal dos anos 1970 destacando a visita de curiosos e turistas à Ilha dos Lobos para conferir os destroços do navio Avahy, naufragado em 1960

    Bombeiros registram mais de 5,5 mil queimaduras de águas-vivas no domingo 2018

     

    Desde o dia 15 de dezembro, são mais de 12 mil casos

    Cid Martins

     Água calma e quente atrai as colônias de águas-vivas para perto da orla

     

    O domingo (30) foi o dia com o maior número de registros de queimaduras de banhistas no litoral do Rio Grande do Sul até agora nesta temporada. Foram 5.555 casos que representam cerca de 45% de todos os registros neste verão desde o dia 15 de dezembro deste ano. O acumulado é de 12.160 ocorrências. 

    No sábado, foram 3,2 mil casos. No entanto, os Bombeiros acreditam que o número deve ser muito maior porque grande parte dos banhistas não registra nas guaritas. O comandante da Operação Golfinho, tenente-coronel Jefferson Ecco, diz que bandeiras roxas com alertas são colocadas na faixa de areia nos locais onde mais tem incidência de queimaduras. Segundo ele, são fatores para o grande número de casos neste domingo o grande número de veranistas na orla, água quente, corrente lateral e séries de ondas mais fracas

    - Esses dois últimos fatores fazem com que a colônia de águas-vivas se aproxime da linha de banho, consequentemente, os banhistas também avançam mais e aí os casos aumentam - relata Ecco. 

    Os salva-vidas orientam ter cautela, principalmente nas áreas com bandeiras roxas, bem como usar nos locais queimados uma mistura de 50% de água doce com 50% de vinagre, não esfregar e não ficar exposto ao sol após a aplicação. 

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/verao/noticia/2018/12/bombeiros-registram-mais-de-55-mil-queimaduras-de-aguas-vivas-no-domingo-cjqbjgk4l0oi601piocg3mmut.html 

    Fim de semana sem guarda-vidas registra mais afogamentos do que todo o verão

     

    Foram pelo menos cinco casos: três em Torres, um em Xangri-lá, outro na Praia do Laranjal, em Pelotas

    Pelo menos cinco pessoas morreram afogadas no Rio Grande do Sul no primeiro fim de semana sem guarda-vidas nas praias após o término da Operação Golfinho. Os casos aconteceram em Torres, em Xangri-lá e na Praia do Laranjal, em Pelotas.

    Durante a Operação Golfinho foi registrado apenas um caso de morte por afogamento, que ocorreu em fevereiro, no mar, em Nova Tramandaí.

    Em Torres foram três óbitos.  O primeiro deles no final da manhã de sábado (10), na praia de Arroio Seco, em Torres. A vítima, identificada como Fabrício de Matos Cardoso, 45 anos, perdeu a vida após entrar no mar para salvar um adolescente de 15 anos que estava se afogando. 

    Surfistas que estavam no local resgataram os dois para a beira da praia. Equipes dos Bombeiros e do Samu tentaram fazer os procedimentos de reanimação, mas Cardoso não resistiu e morreu no local. O adolescente passa bem.

    Há também registro de um afogamento na Prainha, em Torres, também no sábado. O homem foi resgatado do mar e levado ao hospital do município, onde morreu em atendimento nesta manhã. Não há informações sobre o nome da vítima e as circunstâncias do afogamento.

    O terceiro afogamento em Torres ocorreu na tarde deste domingo (11).  O corpo do  homem, ainda não identificado, foi localizado na Praia do Meio, próximo da guarita oito. O local foi isolado para o trabalho da perícia. 

    Ainda neste domingo, o corpo de um jovem de 24 anos foi encontrado na praia de Xangri-Lá, próximo da guarita 93. Conforme o Corpo de Bombeiros, a vítima foi identificada como Jonas Henrique Kist, natural de Lajeado.

    Conforme os Bombeiros, Kist estava na água na praia de Guarani, em Capão da Canoa, na tarde de sábado (10), junto com amigos quando começou um repuxo forte. Ele chegou a pedir socorro, mas depois não foi mais visto. 

    Em Pelotas, um homem morreu afogado no sábado (10), próximo da colônia de Pescadores V13. Conforme o Corpo de Bombeiros, a vítima pescava com o avó quando entrou na água para pegar um objeto. Em seguida, se afogou.

    A identificação da vítima não foi repassada pelo Corpo de Bombeiros, que reforçou que a área não é coberta por salva-vidas. 

    Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/comportamento/verao/noticia/2018/03/fim-de-semana-sem-guarda-vidas-registra-mais-afogamentos-do-que-todo-o-verao-cjen5pjsg021b01r4o1ms2qqd.html 

     

    *Com redução de 60% nos salvamentos, Operação Verão tem melhor resultado dos últimos 10 anos /2018

     

    Guarda-vidas deixaram as guaritas no último domingo; uma morte foi registrada na temporada

    — Os guarda-vidas foram orientados a estarem mais presentes, mais próximos da população, interagindo mais com os usuários dos balneários. Muitas vezes as pessoas desconhecem os riscos, e, por isso, a prevenção é importante. Nesta temporada, tivemos 194,1 mil ações preventivas, que são as ações com apito, conversas, orientação, alerta e advertência na beira da praia. Na temporada passada, foram 101,4 mil — detalha.

        No fim da tarde do último domingo, os agentes deixaram todas as guaritas e foi encerrado o trabalho de monitoramento. Assim, os banhistas devem ter atenção, já que muitas pessoas tiram férias em março e o período ainda é de muito calor e de grande movimento no Litoral. O Corpo de Bombeiros avalia se vai disponibilizar efetivo durante os três dias do feriadão de Páscoa.

    - Temporada 2008/2009: 1.299 salvamentos / nove óbitos
    - Temporada 2009/2010: 2.407 salvamentos / 10 óbitos
    - Temporada 2010/2011: 2.313 salvamentos / nove óbitos
    - Temporada 2011/2012: 1.377 salvamentos / quatro óbitos
    - Temporada 2012/2013: 1.910 salvamentos / três óbitos
    - Temporada 2013/2014: 1.394 salvamentos / dois óbitos
    - Temporada 2014/2015: 1.699 salvamentos / 14 óbitos
    - Temporada 2015/2016: 851 salvamentos / seis óbitos
    - Temporada 2016/2017: 1.555 salvamentos / 14 óbitos
    - Temporada 2017/2018: 625 salvamentos / um óbito